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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Em Alpiarça existem inúmeros casos de património subaproveitado

O problema dos inúmeros imóveis que existem a degradar-se pelo País, para o Estado e para os autarcas, não é considerado um problema.
Enquanto o particular tenta manter o seu património, para o Estado e para os seus "gestores" isso é um problema menor.
Recuperar e gerir património, não dá votos!
Apenas dá dinheiro em luvas aquando da sua construção...
Assim vamos assistindo a centenas ou milhares de milhões de euros gastos em imobiliário que apenas serviu às empresas a quem foi adjudicada a obra, e em alguns casos aos adjudicantes.
Não é preciso ir mais longe...
Ainda há dias foi focado o caso do Mercado Municipal, um edifício público com contornos nebulosos.
O 1º andar está às moscas há anos e há esquemas difíceis de explicar.
Audite-se um contrato de aluguer que existe e verifique-se se o clausulado está a ser cumprido.
Por "mero acaso", um espaço com cerca de 150 m2 está há anos vazio, alugado a um particular por uma renda hilariante (se não fosse património público).
Que espera a Câmara para tomar posse do espaço? Enfim...
Depois, quer-se construir quartel novo para a GNR quando existem espaços enormes, centrais, e com possibilidade de serem recuperados.
Mas já sabemos que quando toca a fazer obras novas, o Estado é rico!
Basta fazer mais uma colecta coerciva sobre os seus cidadãos e o dinheiro aparece.
Outro exemplo...
A casota que serve de "sede" da Alpiagra justifica que apenas sirva uma semana por ano?
Não haverá um clube, uma instituição, uma associação que lhe dê uso em 365 dias (-8 da Alpiagra) do ano?
Não há um clube, uma associação que se disponha a pagar uma renda mesmo simbólica?
São apenas exemplos da forma de gerir os imóveis públicos.
Multiplique-se isso por 308 concelhos e veja-se que a crise é uma falácia!
Somos um País tão rico que temos milhões de m2 de construção, às moscas e a degradar-se.
É Portugal no seu melhor...
De um leitor

1 comentário:

Ismer disse...

Eu acho que não é assim é BEM PIOR. O Estado alienou centenas de edifícios à PARPÚBLICA, para que o dinheiro entrasse nos cofres para diminuir o défice. Isto foi feito ao tempo do Ministros Manuela Leite e Bagão Félix e deve ter continuado com Sócrates. Agora paga-se milhões em rendas. Isto são exemplos que o comum dos cidadãos nem sonha.

O BURACO NA MADEIRA, afinal fica agora a saber-se que Desde Governo, a Grupos Parlamentares etc, toda a gente sabia que as contas da Madeira andavam ALDRABADAS. Tudo se calou. Ninguém teve coragem de acabar com tal coisa. Até o PCP, estranhamente, nada ou pouco diz. A Madeira não deve ser Portugal. É um Reino gerido por um doido que faz e diz tudo o que lhe apetece e dá na real gana. Quando chegar a hora de pagar estaremos cá nós os do CONT'NENTE, porque o Rei "Gob" Alberto João já disse que não paga nada.

Tanto se fala na Grécia e afinal temos um exemplo dentro das nossas portas.